Nesta quarta-feira (15/10), a Comissão de Educação, Cultura e Esportes se reuniu na Câmara Municipal de São Paulo para debater 13 itens. Na pauta, sete PLs (Projetos de Lei), cinco PDLs (Projetos de Decreto Legislativo) e um requerimento. 

Com parecer favorável aprovado, o PL 279/2024, do vereador Professor Toninho Vespoli (PSOL), cria o Prêmio Literário Ziraldo – ler é melhor que estudar no município de São Paulo. A proposta homenageia o desenhista responsável por personagens icônicos como O Menino Maluquinho e A Turma do Pererê. Ziraldo Alves Pinto (1932-2024) foi pioneiro nas ilustrações nacionais.

Além da homenagem, o projeto incentiva o hábito da leitura entre os jovens, considerando que apenas 25% dos estudantes das redes pública e privada leem regularmente. Relatora do projeto, a vereadora Cris Monteiro (NOVO) destacou a importância da iniciativa. “Ziraldo foi um grande homem que estimulou e incentivou a leitura. É muito importante celebrar um intelectual como esse”.

Outro projeto voltado à cultura que recebeu aval do colegiado é o PL 621/2025, do vereador Celso Giannazi (PSOL). A matéria declara a Cia. Mungunzá de Teatro como patrimônio cultural imaterial de São Paulo. Fundadora do Teatro de Contêiner Mungunzá, a companhia é referência em arte, cidadania e inclusão social, transformando a região da Luz – centro da capital – em um polo cultural.

Requerimento

Protocolado pela pela vice-presidente da comissão, vereadora Cris Monteiro (NOVO), o requerimento solicita esclarecimentos à Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) sobre a realização, em sua sede, de um evento promovido pelo PCO (Partido da Causa Operária). 

A comemoração teria ocorrido em apoio à resistência palestina, com manifestações interpretadas como favoráveis a atos cometidos pelo grupo Hamas.“Permitir um evento dessa natureza bárbara em sua sede, com professores e associados da Apeoesp, exige esclarecimentos”, afirmou Cris.

Já a vereadora Luna Zarattini (PT) se posicionou contrariamente ao requerimento. Ela questionou a convocação da Apeoesp em vez dos representantes do PCO. “A Apeoesp é um sindicato onde as pessoas podem reservar espaços. Colocar como se eles tivessem responsabilidade pelas falas feitas em eventos privados é desviar o foco da discussão”.

Também participaram da reunião a presidente da comissão, vereadora Sonaira Fernandes (PL), além dos vereadores Adrilles Jorge (UNIÃO), Celso Giannazi (PSOL), Eliseu Gabriel (PSB) e George Hato (MDB).

Assista à íntegra da reunião desta quarta-feira clicando aqui.

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Com informações da Câmara Municipal de São Paulo

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