No início de agosto, outros 155 somalis foram repatriados. As ações fazem parte da iniciativa 50×35 do Acnur, que auxilia populações refugiadas por meio de escolhas voluntárias, informadas e seguras.
Decisão de voltar
De acordo com o Acnur, a repatriação voluntária é uma das principais alternativas para a resolução do status de refugiado.
Durante o programa, os participantes passam por sessões de aconselhamento e recebem informações atualizadas sobre a situação socioeconômica na Somália.
A ação é uma parceria da agência com a Comissão Nacional para Refugiados e Deslocados Internos da Somália, Ncri.
Uma mãe e filha no acampamento Rabi Yasir para deslocados internos em Mogadíscio, Somália.
Reconectar com a comunidade
Entre os repatriados está Nuriya, uma mãe solo de 47 anos que voltou acompanhada dos cinco filhos.
Ela relata que está ansiosa para reconstruir a vida da sua família, se reconectar com a comunidade e construir um novo futuro.
A representante da Acnur na Somália, Jing Song, destaca que a função da agência nesse intermédio é apoiar escolhas conscientes e garantir a reintegração sustentável na chegada.
Desafios de reintegração
Muitos repatriados enfrentam dificuldades de acesso a serviços essenciais, obtenção de meios de subsistência e moradia.
Para assegurar uma adaptação no retorno, a agência e seus parceiros atuam em conjunto com autoridades locais e nacionais da Somália.
O objetivo é integrar os ex-refugiados às comunidades, garantindo igualdade de acesso às oportunidades em um contexto ainda marcado por desafios humanitários e socioeconômicos.
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Com informações da ONU
