Acessar o conteúdo
Close Menu
FZLFZL
  • Brasil
  • Itaquaquecetuba
  • Mundo
  • São Paulo
  • São Paulo – Capital
  • Webstories

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Dólar cai para R$ 5,08, e bolsa recua pela quarta vez consecutiva

julho 21, 2026

Liga das Nações: seleção feminina pega Japão na quarta em 1º mata-mata

julho 21, 2026

Portal Trampolim oferece 180 vagas em cursos profissionalizantes gratuitos na região Metropolitana de São Paulo

julho 21, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram
FZLFZL
Whatsapp 11 5198-6737
  • Brasil
  • Itaquaquecetuba
  • Mundo
  • São Paulo
  • São Paulo – Capital
  • Webstories
FZLFZL
Início - Brasil - Exposição reelabora terror com obras de artistas LGBT+ em Fortaleza

Exposição reelabora terror com obras de artistas LGBT+ em Fortaleza

RedacaoBy Redacaojulho 19, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit Telegram Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email
Com a proposta de reelaborar o imaginário do medo e do terror como forças de criação da população LGBT+ o Museu de Arte Contemporânea (MAC Dragão), em Fortaleza, recebe a partir deste sábado (18) a exposição “Terror celestial”. A mostra, que vai até o dia 4 de outubro, reúne obras de 24 artistas de diferentes linguagens.

O curador, Lucas Dilacerda disse à Agência Brasil que a proposta é abordar a relação da comunidade LGBT+ com o terror. Ele destaca que, historicamente, a sociedade tem classificado essa população como figuras anormais, muitas vezes chamadas de monstros, estranhas, assustadoras, freak, aberrações e uma série de xingamentos que violentam seus corpos.

“Essa violência começa a causar uma série de traumas e uma série de problemas e estruturas psíquicas que vão se reverberar na vida adulta. Então, a exposição investiga como todo esse imaginário do terror é reelaborado por esses artistas, transformado e transmutado na produção artística”, disse.

Medo do diferente

Dilacerda analisou que a concepção da mostra dialoga com a percepção de que, frequentemente, o ser humano descarrega seus medos inconscientes no “outro”, como no caso da população LGBT+, e projeta nela a imagem de “anormal” para se auto afirmar como “normal”.

Para ele, os filmes do gênero terror são um exemplo dessa transfiguração do medo em monstros, para o alívio de sua própria humanidade. Esse imaginário do medo e do terror é reelaborado pelos artistas que estão na exposição.

“Na exposição, a gente vai encontrar figuras híbridas, quimerísticas, monstruosas, figuras que destroem as fronteiras do ser humano. A gente vai ter paisagens surrealistas, a gente vai ter uma série de produções artísticas que dialogam com esse imaginário do terror, mas não mais como uma força de violência, mas como uma força de criação”, frisou.

Para chegar no formato que será apresentado, o curador desenvolveu um intenso trabalho de pesquisa sobre a produção de artistas LGBT+. Na fase inicial, o mapeamento reuniu quase 300 portfólios. Foram selecionados, então, artistas com interseccionalidades de raça, território e geração, além da multiplicidade de linguagens.

“É importante que [a exposição] mostre que não existe uma única cara de pessoas LGBT, que elas são diversas na sua multiplicidade”, relatou.

Além disso, a mostra conta com recursos de acessibilidade, como textos em Libras, audiodescrição e prancha de comunicação alternativa que favorecem a fruição de diferentes públicos durante a visita. Eles podem ser acessados em uma plataforma digital, por meio de QR Code ou com o auxílio da equipe educativa.

Três linhas

“Terror celestial” é elaborada com três linhas: Monstros e quimeras; Espiritualidade terrena; e Terror das formas.

A primeira linha curatorial apresenta obras que discutem a monstruosidade como aquilo que transcende ao nosso entendimento sobre o que é a humanidade.

As obras abordam o cruzamento dos reinos dos animais, das plantas, dos minerais, dos encantados e das forças sobre-humanas. Os trabalhos revelam um imaginário de seres híbridos, quimeras, místicos e fabulosos.

Estão nessa parte da exposição Davi Ângelo, Higo José, insiranomeaqui, Jonas Van, Juno B, Luciana Magno, Maurício Coutinho e Trojany.

A segunda linha curatorial aborda a temática da religião, tão marcante na vida de pessoas LGBT+. Se, por um lado, a religião cristã foi um espaço de violência, por outro lado, pessoas LGBT+ buscam outras religiões para se conectar com a espiritualidade, que é discutida pela exposição como um local de cura. 

Nesse sentido, a curadoria apresenta saberes de matriz africana, tradições populares, cosmovisões indígenas e outras formas de conexão com a natureza espiritual, em trabalhos de Carnaval no Inferno, Darwin Marinho, Charles Lessa, Isadora Ravena, Georgia Vitrilis, Honório Félix, Nicolas Gondim, Pedra Silva e Sérgio Gurgel.

 


Trabalho da série Papangus da Sucatinga, de Nicolas Gondim. Foto: Nicolas Gondim/Exposição Terror Celestial

Trabalho da série Papangus da Sucatinga, de Nicolas Gondim. Foto: Nicolas Gondim/Exposição Terror Celestial

Por fim, a terceira e última linha curatorial parte do conceito de “terrorismo de gênero”. Terrorismo aqui é sinônimo de desobediência e, portanto, de criação de outras formas de existir.

As obras de Antonio Breno, Bárbara Banida, Camila Albuquerque, Céu Vasconcelos, Gi Monteiro, Jonas Pinheiro e plantomorpho assustam a gramática normativa das artes e criam outras visualidades e expressões.

“Na exposição, a gente vai encontrar pintura, escultura, desenho, fotografia, vídeo, performance, objeto, instalação, da mesma forma que a gente vai encontrar também uma multiplicidade de materiais, como barro, cerâmica, giz, grafite, sal, terra, óleo e óxido de ferro”, finalizou Dilarcerda.

source
Com informações da Agência Brasil

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Relacionado

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Redacao
  • Website

Related Posts

Dólar cai para R$ 5,08, e bolsa recua pela quarta vez consecutiva

julho 21, 2026

Liga das Nações: seleção feminina pega Japão na quarta em 1º mata-mata

julho 21, 2026

Tarifaço deve ter efeito limitado na balança comercial brasileira

julho 21, 2026

Comments are closed.

Dólar cai para R$ 5,08, e bolsa recua pela quarta vez consecutiva

julho 21, 2026

Liga das Nações: seleção feminina pega Japão na quarta em 1º mata-mata

julho 21, 2026

Portal Trampolim oferece 180 vagas em cursos profissionalizantes gratuitos na região Metropolitana de São Paulo

julho 21, 2026

Tarifaço deve ter efeito limitado na balança comercial brasileira

julho 21, 2026

Comissão aprova prazo de cinco dias para cartórios comunicarem registros sem nome do pai

julho 21, 2026

Ministério da Justiça abre processo contra site de revenda de ingresso

julho 21, 2026

Mais de 54 mil estudantes são convocados para provas de seleção de programa de intercâmbio; confira a lista

julho 21, 2026

Portal Trampolim oferece 195 vagas em cursos profissionalizantes gratuitos na região de São José do Rio Preto

julho 20, 2026

Governo Trump usa desmatamento para impor taxas ao Brasil

julho 20, 2026

Workshop oferece capacitação para entidades e ONGs do terceiro setor

julho 20, 2026
© 2026 FZL - Folha Zona Leste - Todos os direitos reservados! Email - [email protected]
  • Brasil
  • Itaquaquecetuba
  • Mundo
  • São Paulo
  • São Paulo – Capital
  • Webstories

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

imunify-bot-check
%d