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Início - Mundo - Na COP30, Brasil e parceiros promoverão propostas sobre integridade da informação

Na COP30, Brasil e parceiros promoverão propostas sobre integridade da informação

RedacaoBy Redacaoagosto 2, 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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Uma parceria do Brasil com a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, a Convenção Quadro da ONU sobre Mudança Climática (Unfccc), e outros países está empreendendo um grande mutirão sobre a integridade da informação.

Em meados deste mês, o grupo divulgou um edital da Iniciativa Global para a Integridade da Informação sobre Mudança do Clima. Várias narrativas online tendem a desinformar a população com base em interesses políticos e econômicos escusos.

Confiança pública

Neste chamado à ação internacional, a proposta é fazer um mutirão para enfrentar a desinformação e promover a confiança pública na ciência climática e nas soluções.

A empreitada é liderada pela Presidência brasileira da COP30 e o prazo para as propostas vence em 31 de agosto. A iniciativa inclui também os governos do Marrocos, do Chile, do Reino Unido, da França, da Dinamarca e da Suécia.

As melhores campanhas, estratégias de comunicação e produção de evidências contra a desinformação serão expostas na COP30, que ocorre de 10 a 21 de novembro, em Belém do Pará.

Nesta entrevista à ONU News, de Brasília, o secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, João Brant, diz que a COP30 é a vitrine ideal para este projeto.

Próxima COP acontecerá em Belém do Pará, no Brasil
Bruno Batista/VPR/Agência Brasil

Próxima COP acontecerá em Belém do Pará, no Brasil

Plataformas digitais responsáveis

“Este chamado está aberto até 31 de agosto. Ele é um chamado que não tem uma retribuição, não é um edital de recursos, mas vai selecionar as melhores iniciativas para dar visibilidade pelos organismos internacionais e pelos governos envolvidos, mas também para que esses temas sejam apresentados na COP30.

Nossa ideia é que a COP30 seja uma vitrine daquilo que melhor se faz hoje no mundo, em termos de campanha, estratégias de comunicação e produção de evidências em relação a este tema.”

Para o secretário de Políticas Digitais da Secom, no Brasil, a internet não pode ser um espaço sem lei. E as empresas de plataformas digitais têm de ser responsáveis pelo que divulgam.

Secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, João Brant

Isabela Castilho | COP30 Brasil Amazônia

Secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, João Brant

Não se pode naturalizar o crime digital

“Nós não podemos naturalizar que o que é criminoso no ambiente offline seja naturalizado como normal no ambiente online, mas também principalmente que eles tenham regras para enfrentar o que se chamam riscos sistêmicos. A capacidade daquele sistema dele de gerar sempre o mesmo resultado, resultado ruim de disseminação de conteúdos digitais danosos, deve ser enfrentado.”

Como parte da iniciativa de educar sua própria população em temas digitais e até mesmo alfabetizar as crianças em linguagem de programas e algoritmos, o secretário informou que já existem 60 mil professores treinados e que o Brasil já prepara, para 2026, a inclusão de educação digital e midiática na grade do ensino fundamental das escolas municipais e estaduais.

“Essas ações, que eu falei, já estão em curso, e essas diretrizes elas impõem que, a partir de 2026, as salas de aula nos diferentes níveis, fundamental 2, um nível de 11 até 17 anos, fundamental 2 do Ensino Médio, possam estar cobertos com disciplinas que tratam deste tema.”

“ONU acertou no tema”

O secretário João Brant também destacou a importância dos Princípios Globais da ONU sobre o tema assim como do Pacto Global Digital.

“Eu acho que a ONU teve uma atitude muito importante que foi de chamar à necessidade que o tema da integridade da informação tivesse marcado e organizado a partir de princípios. Quando esse documento foi lançado, em julho de 2024, ele reuniu através de consultas e diálogos com vários países, uma visão de como a gente pode desenvolver um ambiente positivo, um ambiente capaz de oferecer aos cidadãos informações íntegras consistentes, confiáveis. Acho que a ONU, ao fazer isso, acerta em vários caminhos.”

O secretário de Políticas Digitais da Secom, João Brant, explicou que uma das estratégias do governo é enfrentar a desinformação como um todo sob uma abordagem holística e não tratar cada tema em separado.

Para ele, é preciso desenvolver políticas e estratégias que esvaziem narrativas mentirosas e perigosas que colocam em risco não só ambientes políticos, mas a integridade da própria população.

Leia aqui a íntegra da entrevista com o secretário de Políticas Digitais, João Brant.

*Monica Grayley é editora-chefe da ONU News Português.

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Com informações da ONU

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