Comissão de Educação analisa projetos e debate Plano Municipal de Educação e greve dos professores

A Comissão de Educação, Cultura e Esportes incluiu 12 projetos na pauta da reunião desta quarta-feira (20/5). Foram analisadas propostas que tratam, por exemplo, da concessão de títulos e honrarias, pedidos para inserir datas e eventos no calendário oficial da cidade e denominações de espaços públicos.

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Além da apreciação dos pareceres dos projetos, outros assuntos foram discutidos pelos parlamentares que integram o colegiado. O vereador Senival Moura (PT) sugeriu a criação de uma Subcomissão Extraordinária de Monitoramento e Acompanhamento do PME (Plano Municipal de Educação). 

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O Plano Municipal de Educação de São Paulo é um planejamento válido por dez anos. O PME prevê diretrizes, metas e estratégias para guiar as políticas públicas educacionais na capital paulista. 

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“A ideia é ampliar esse debate, é junto com as assessorias discutir um pouco mais, porque há assuntos importantes que serão fundamentais para todos nós até o final do ano”, disse Senival Moura. 

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Já o vereador Celso Giannazi (PSOL) cobrou a convocação dos aprovados nos concursos públicos de  PEIs (Professores de Educação Infantil) e de ATEs (Auxiliares Técnicos da Educação).

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“Estamos vivendo um apagão na rede municipal de educação com déficit de professores da educação infantil e cargos de auxiliares técnicos de educação. Há um déficit de mais de mil professores no cargo de PEI e 1.200 no cargo de ATE. Nós tivemos concurso, as pessoas passaram, o recurso foi destinado a convocação dos aprovados”, destacou Giannazi. 

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De acordo com o vereador, o concurso expira no próximo dia 16 de junho, sem nova possibilidade de prorrogação. “O pedido está na mesa do prefeito Ricardo Nunes. Eu fiz um apelo aqui pela Comissão de Educação para que faça a convocação imediata”.

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Durante a reunião, o vereador do PSOL também demonstrou preocupação com a saúde mental e física dos profissionais de educação. De acordo com o parlamentar, os servidores permanecem em greve devido à insatisfação com a proposta de reajuste salarial do Executivo municipal.

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“Existe um processo de adoecimento de saúde física e mental dos profissionais da educação em grande aceleração na cidade de São Paulo. As entidades sindicais estão querendo sentar com a Secretaria Municipal de Educação, Secretaria de Gestão e o próprio prefeito Ricardo Nunes para negociar um plano para tratar desses assuntos”, concluiu Celso Giannazi.  

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A reunião desta quarta-feira foi conduzida pela vice-presidente do colegiado, vereadora Cris Monteiro (NOVO). também participaram os vereadores Sonaira Fernandes (PL) – presidente da comissão, Adrilles Jorge (UNIÃO) e George Hato (MDB). 

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Assista à íntegra dos trabalhos neste link.

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FZL