Copernicus: emissão global de gases por incêndios é a menor em 24 anos

O observatório europeu Copernicus divulgou, nesta segunda-feira (6), que o primeiro semestre de 2026 registrou o menor nível global de emissões de gases do efeito estufa decorrentes de incêndios, desde o início da série histórica em 2003.

Leia mais

De 1º de janeiro a 30 de junho, foram menos de 400 megatoneladas (milhões de toneladas) de carbono, reafirmando uma tendência geral de queda. No início das medições, em 2003, o valor ultrapassava um gigaton (bilhão de toneladas) de carbono e a série histórica nunca havia registrado valor abaixo de 500 megatoneladas.

Leia mais

De acordo com os dados do Sistema Global de Assimilação de Incêndios (GFAS, na sigla em inglês), a queda nas emissões tem sido impulsionada pela redução dos incêndios sazonais na África tropical.

Leia mais

Desde o início do ano, a África registrou aproximadamente 154 megatoneladas de carbono, enquanto no mesmo período de 2025 foram 213 megatoneladas de carbono. A Ásia reduziu as emissões de 164 para 113 megatoneladas de carbono.

Leia mais

Para o período de seis meses, a atividade mais intensa de incêndio florestal foi observada no estado de Victoria, no sudeste da Austrália, no início de janeiro. Durante o monitoramento foram observadas temperaturas recordes.

Leia mais

Embora a América do Sul historicamente emita menos que esses continentes, as emissões diminuíram ainda mais, passando de 40,9 para 38,8 megatoneladas de carbono.

Leia mais

Também foram observados incêndios intensos no continente, durante o primeiro semestre, com destaque para a região de Biobío, no Chile, e na província de Chubut, na Patagônia argentina.

Leia mais

El Niño

Segundo o cientista sênior do Serviço de Monitoramento Atmosférico Copernicus, Mark Parrington, apesar do recorde, incêndios observademissão de gases por incêndios agência brasilos nas últimas duas semanas na Eurásia e na América do Norte acendem um alerta. E a situação pode ser agravada pelo El Niño, que tende a impactar as condições climáticas e intensificar a seca sazonal.

Leia mais

“Olhando mais adiante, as condições previstas para o El Niño têm o potencial de aumentar as emissões globais decorrentes de incêndios, como observamos durante os anos anteriores do fenômeno climático, em 2015 e 2019, quando a queima persistente de biomassa na Indonésia causou neblina regional generalizada e degradou gravemente a qualidade do ar”, alerta.

Leia mais

O sistema utilizado pelo Copernicus utiliza observações de satélites para calcular estimativas da potência dos incêndios florestais, determinando as emissões de carbono e outros poluentes. A evolução esperada desses incêndios é prevista por meio da integração com dados do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF).

Leia mais

sourceCom informações da Agência Brasil

Leia mais

Gostou deste story?

Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!

Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!

FZL