A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Pancadões apreciou apenas um requerimento na reunião desta quinta-feira (11/9). Convidado a colaborar, um representante do PSIU (Programa de Silêncio Urbano) da Prefeitura de São Paulo, além de seis intimados, entre eles o cantor e compositor MC Ryan, não compareceram à Câmara Municipal de São Paulo.
Presidente da Comissão, o vereador Rubinho Nunes (UNIÃO) criticou a ausência das pessoas que foram chamadas pelo colegiado e declarou haver a possibilidade de conduções coercitivas. Em entrevista à Rede Câmara SP, ele ainda contou que influenciadores digitais, o funkeiro Mc Ryan, proprietários de adegas e tabacarias se furtam da obrigação de vir à CPI prestar esclarecimentos acerca dos fatos investigados.
“É lamentável isso, eu vejo como um indício de culpabilidade, do contrário compareceriam espontaneamente e se não fosse possível a data agendada, ajustariam um dia com a Comissão. Mas, o ponto mais lamentável, na minha leitura, é a ausência de José Dimas de Paula, assessor técnico chefe do PSIU. Ele é servidor público e tem a obrigação de prestar esclarecimentos quando convidado ou convocado pela Casa, porém não compareceu e sequer nos respondeu. Agora foi convocado e caso se furte pode responder por crime de responsabilidade.”
O parlamentar que preside a CPI dos Pancadões explicou também que conduções coercitivas já foram pedidas pelo setor técnico da Comissão. “A medida será adotada para convidados que deliberada e repetidamente evitam comparecer ao grupo. Já pedimos à CPI que adote as medidas legais para presença destas pessoas, agora aguardamos respostas da justiça.”
Requerimento
O único documento apreciado e aprovado durante o encontro pede o convite de Carlitos Santos Silva, morador da comunidade de Paraisópolis, zona sul da capital paulista. Chamado para colaborar como testemunha pelo vereador Sargento Nantes (PP), o munícipe deve trazer informações relativas aos pancadões na região.
A reunião, conduzida pelo vereador Rubinho Nunes (UNIÃO), pode ser vista neste link.
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Com informações da Câmara Municipal de São Paulo
