Acessar o conteúdo
Close Menu
FZLFZL
  • Brasil
  • Itaquaquecetuba
  • Mundo
  • São Paulo
  • São Paulo – Capital
  • Webstories

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Região de Presidente Prudente tem 6 municípios entre os mais avançados do Brasil em saneamento básico, mostra estudo

junho 16, 2026

Sancionado marco do transporte público com novas regras de financiamento

junho 16, 2026

Assembleia Geral faz diálogo interativo com candidata à secretária-geral

junho 16, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram
FZLFZL
Whatsapp 11 5198-6737
  • Brasil
  • Itaquaquecetuba
  • Mundo
  • São Paulo
  • São Paulo – Capital
  • Webstories
FZLFZL
Início - Brasil - Safra deve recuar 3,7% em 2026, depois de um 2025 recorde

Safra deve recuar 3,7% em 2026, depois de um 2025 recorde

RedacaoBy Redacaonovembro 13, 2025Nenhum comentário5 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit Telegram Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email
A safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve somar 332,7 milhões de toneladas em 2026. Esse resultado representa recuo de 3,7% em comparação a este ano, que marca um recorde. 

As estimativas foram divulgadas nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que, todos os meses, apresenta o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Essa é a primeira edição a trazer dados para 2026.

Para este ano, a estimativa do IBGE é de uma safra de 345,6 milhões de toneladas, a maior já observada no país, sendo 18,1% mais volumosa que a de 2024.

Ao comentar a passagem de um ano com colheita recorde para outro com recuo na safra, o gerente de Agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Guedes, aponta a influência de fatores climáticos.

“Em 2025, a gente teve um clima que favoreceu muito o desenvolvimento das lavouras, a gente tem recorde de produção para várias culturas, como soja, milho, sorgo [cereal], algodão”, disse.

“Para 2026, a gente está no início de safra ainda, então a gente trabalha muitas vezes com médias ainda de rendimentos de anos anteriores, por isso também essa queda um pouco da produção e, provavelmente, o clima não será assim tão favorável”, completa.

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

Guedes descreve que 2026 será o ano sob a influência do fenômeno La Niña, com resfriamento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial, que traz chuvas mais intensas para a Região Centro-Oeste e pouca chuva para o Sul, o que pode afetar as lavouras.

Apesar de menor volume de produção, o IBGE aponta que a área a ser colhida deve ser maior em 2026. São estimados 81,5 milhões de hectares, quase o tamanho do Mato Grosso, expansão de 1,1% na comparação com 2025.

Culturas agrícolas

O levantamento do IBGE investiga 16 produtos: algodão (caroço de algodão), amendoim, arroz, aveia, centeio, cevada, feijão, girassol, mamona, milho, soja, sorgo, trigo, triticale (originário do cruzamento entre trigo e centeio), canola e gergelim. Os dois últimos aparecem pela primeira vez na pesquisa.

Na comparação dos prognósticos de 2025 e 2026, a agricultura brasileira deve ter redução principalmente nas seguintes culturas:

  •  milho (-9,3% ou -13,2 milhões de toneladas)
  •  sorgo (-11,6% ou -604,4 mil toneladas)
  •  arroz (-6,5% ou -815,0 mil toneladas)
  •  algodão (-4,8% ou -466,9 mil toneladas)
  •  trigo (-3,7% ou -294,8 mil toneladas),
  •  feijão (-1,3% ou -38,6 mil toneladas)
  •  amendoim em casca (-2,1% ou -25,5 mil toneladas)

Ao comentar a queda da produção de milho, o pesquisador do IBGE avalia que não se espera, para 2026, que o clima se comporte tão favoravelmente.

“Além disso, ainda pairam muitas dúvidas quanto à janela de plantio do cereal, uma vez que as lavouras da safra de verão encontram-se ainda em desenvolvimento no campo”, explica Guedes.

Influência dos preços

De acordo com o analista, preços mais baixos do algodão, arroz e feijão levam produtores a diminuir as áreas plantadas.

No caso do algodão, ele explica que 3 anos de safra crescente derrubaram o valor da colheita.

“Manteve a oferta alta e diminuiu os preços, então as margens estão apertadas para os produtores e a tendência é de redução na área de plantio”, disse.

Na agricultura, os produtores podem escolher qual produto plantar, baseados em informações de rentabilidade.

O feijão deve ver a safra (3 milhões de toneladas) reduzir 1,3%. “Mas ainda assim atendendo ao consumo brasileiro”, ressalva o IBGE.

Soja

No sentido oposto, o IBGE estima crescimento na safra da soja, que deve expandir 1,1% e chegar a 167,7 milhões de toneladas. O país é o maior produtor e maior exportador global da oleaginosa.

“A área plantada deve crescer 0,3%; e a produtividade, 0,8%, muito em função da possível recuperação da safra gaúcha, muito prejudicada em 2025. Chuvas escassas e irregulares têm trazido preocupação aos produtores do Centro-Oeste”, explica o IBGE.

O IBGE divulgou também que a capacidade de armazenagem agrícola no país cresceu 1,8% no primeiro semestre deste ano em comparação com o segundo semestre de 2024, chegando a 231,1 milhões de toneladas.

Capacidade dos métodos de armazenamento:

  •  silos: 123,2 milhões de toneladas (53,3% da capacidade útil total do país);
  •  armazéns graneleiros e granelizados: 84,2 milhões de toneladas (36,4%);
  •  armazéns convencionais, estruturais e infláveis: 23,8 milhões de toneladas (10,3%).

Em 30 de junho deste ano o Brasil tinha estoque total de 79,4 milhões de toneladas. Mais da metade era soja (48,8 milhões de toneladas), seguida pelo milho (18,1 milhões), arroz (6,1 milhões), trigo (2,4 milhões) e café (600 mil).

A capacidade de armazenagem e gerenciamento de estoque são utilizados na agricultura com forma de buscar maior rentabilidade para o agricultor, permitindo a escolha do melhor momento para a venda da produção no mercado.

Conab

Também nesta quinta-feira, a Companhia Nacional Abastecimento (Conab), empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, divulgou que a safra 2025/2026 deve ser de 354,8 milhões de toneladas de grãos. 

source
Com informações da Agência Brasil

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) X

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Relacionado

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Redacao
  • Website

Related Posts

Sancionado marco do transporte público com novas regras de financiamento

junho 16, 2026

Rio tem chuva forte, alagamentos e deslizamentos de terra

junho 16, 2026

Comissão aprova novos critérios de iluminação pública para proteger o céu noturno e atrair turistas

junho 16, 2026

Comments are closed.

Região de Presidente Prudente tem 6 municípios entre os mais avançados do Brasil em saneamento básico, mostra estudo

junho 16, 2026

Sancionado marco do transporte público com novas regras de financiamento

junho 16, 2026

Assembleia Geral faz diálogo interativo com candidata à secretária-geral

junho 16, 2026

Região de Ribeirão Preto tem 6 municípios entre os mais avançados do Brasil em saneamento básico, mostra estudo

junho 16, 2026

Rio tem chuva forte, alagamentos e deslizamentos de terra

junho 16, 2026

Moçambique reflete sobre violência contra idosos ao marcar data da ONU

junho 16, 2026

Comissão aprova novos critérios de iluminação pública para proteger o céu noturno e atrair turistas

junho 16, 2026

Uruguai arranca 1 a 1 com Arábia Saudita em estreia do Grupo H da Copa

junho 16, 2026

Câmara participa de lançamento de projeto focado em expansão econômica sustentável

junho 16, 2026

Governo de SP celebra um ano de Caminho da Capacitação com mais de 15 mil alunos formados em cursos profissionalizantes

junho 16, 2026
© 2026 FZL - Folha Zona Leste - Todos os direitos reservados! Email - [email protected]
  • Brasil
  • Itaquaquecetuba
  • Mundo
  • São Paulo
  • São Paulo – Capital
  • Webstories

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

%d