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Início - Mundo - OMS ativa esforços com riscos de doenças após cheias em Moçambique

OMS ativa esforços com riscos de doenças após cheias em Moçambique

RedacaoBy Redacaojaneiro 24, 2026Nenhum comentário3 Mins Read
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A Organização Mundial da Saúde, OMS, reforça o apoio operacional às províncias afetadas pelas cheias em Moçambique facilitando a ação de equipes de saúde no terreno para prestarem auxílio às ações humanitárias. 

A agência da ONU oferece apoio logístico e de formação que contribuíram para reposicionar os medicamentos com vista a salvar vidas na província de Gaza, a mais assolada pelas inundações. 

Prioridades 

Em conversa a ONU News, em Maputo, chefe de programa de emergência na OMS Moçambique, Sinésia Sitão, contou que a agência está no terreno desde período da preparação de plano de contingência. 

Uma visão aérea de uma paisagem rural inundada em Moçambique, destacando o impacto das mudanças climáticas e das inundações, com o envolvimento do UNICEF na resposta humanitária.

Ocha defende necessidade de mais apoios para salvar vidas

A funcionária humanitária cita a preocupação de garantir a continuidade de serviços de saúde nas zonas afetadas. 

“Os serviços de saúde não podem parar. Aquelas pessoas que estão feridas devem ser atendidas. Deve haver um sistema de referenciamento para estas pessoas e ver a questão da monitoria de surgimento de doenças. Nestas situações temos pessoas deslocadas, muitas pessoas num mesmo local, as condições de higiene, água não são boas, então, isto proporciona surgimento de doenças ou agravamento de doenças já existentes.” 

Saúde mental

A monitoria das doenças é uma das preocupações da OMS em parceria com o governo moçambicano. No desenrolar da crise, a questão da saúde mental também faz parte das prioridades do governo e parceiros. 

“Temos a questão da saúde mental que é muito importante, as pessoas estão afetadas e precisam de ser aconselhados, ter apoio psicossocial para conseguirem fazer face a este período de emergência que estão a enfrentar. Tanto no geral como também aos próprios profissionais de saúde, sabemos que muitas vezes os profissionais de saúde fazem parte da população e também são afetados, então é uma prioridade.”  

Paulo Tomás é o porta-voz do Instituto Nacional de Gestão de Riscos e Desastres, Ingd. Ele cita a necessidade de resgate a cerca de 4 mil pessoas sitiadas nos distritos de Magude, Manhiça, Chókwé e Guijá nas províncias de Maputo e Gaza. 

“Ainda temos população que precisa de ser resgatada, mas com o reforço que o país está a receber dos vários países vizinhos, de várias organizações e outras entidades, a grande preocupação é mesmo retirar as pessoas que ainda se encontram dos locais de difícil acesso. Elas estão sem meios, sem formas ou sem condições de poderem confeccionar alimentos sem acesso a água potável, portanto há necessidade mesmo de garantir-se a retirada imediata dessas pessoas dos locais.” 

Apelo global  

Para a chefe de programa de emergência na OMS Moçambique, a previsão de várias infecções justifica mais apoio em meios para salvar vidas. 

“Espera-se que nos próximos dias a situação de saúde dessas pessoas possa agravar como consequência destas inundações. Então, nós apelamos ao mundo que apoie Moçambique a combater questões das doenças diarreicas, da malária e das infecções respiratórias agudas.” 

O Ingd indica que desde o início da época chuvosa foram confirmadas 242 unidades sanitárias afetadas. Pelo menos 144 pessoas ficaram feridas e 91 centros de acomodação ativos acolhem cerca de 96 mil desalojados. 

* Ouri Pota é correspondente da ONU News em Maputo. 

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Com informações da ONU

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