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Início - Mundo - Brasil e Angola discutem estratégias contra epidemias causadas por mosquitos

Brasil e Angola discutem estratégias contra epidemias causadas por mosquitos

RedacaoBy Redacaomaio 21, 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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Brasil e Angola participaram num evento paralelo da Assembleia Mundial da Saúde sobre o combate à dengue, zika, chikungunya e outras doenças transmitidas por mosquitos. 

Em paralelo à reunião global que acontece até sábado, os países acompanharam uma visão geral da epidemiologia atual do grupo de doenças e novas estratégias para fortalecer a detecção precoce, a prevenção e o controle.

Fortalecer a detecção precoce

Após a reunião “Dengue, zika, chikungunya e outras arboviroses: fortalecendo a preparação e a resposta contra epidemias crescentes” o médico infectologista da Fiocruz, Júlio Croda, explicou à ONU News que o Brasil abordou a resposta às epidemias. 

“Associadas às mudanças climáticas, nós vemos um aumento importante das arboviroses em todo o mundo, afetando regiões geográficas que antes não afetavam, cidades antes que não afetavam.” 

A evolução traz um desafio novo de financiamento, de acordo com o pesquisador, “principalmente para reforçar a vigilância, mas também para a implementação de novas tecnologias inovadoras de controle da doença, como o método Wolbachia, e a ampliação da vacinação”.

Desafios atuais

“O Brasil tem sido o líder nesse processo, pois foi o primeiro país a adotar como estratégia nacional o método Wolbachia e também o primeiro a implementar a vacinação com as duas vacinas disponíveis no mercado atualmente.” 

Uma das tecnologias adotadas pelo Ministério da Saúde do Brasil para reduzir casos é inserir a bactéria Wolbachia no mosquito Aedes Aegypti. O patógeno impede que o vírus da doença se desenvolva dentro do vetor de transmissão reduzindo sua capacidade.

Em 2024, a dengue foi transmitida em níveis sem precedentes em todo o mundo. A OMS recebeu relatos de mais de 14 milhões de casos. A região das Américas respondeu por mais de 90% do total global.

Somente o Brasil foram registrados mais de 10 milhões de casos. O mundo concentra 5,6 bilhões de pessoas vivendo em zonas de risco de infeções arbovirais, o que representa mais da metade da população global. 

O exemplo de Angola 

A diretora do Instituto Nacional de Investigação em Saúde de Angola, Joana Morais disse que a participação do país no evento foi particularmente importante por permitir apresentar a realidade local e os desafios enfrentados.

A reunião ajudou também a mostrar o que países africanos com o mesmo contexto que Angola enfrentam, principalmente no que diz respeito à dengue, ao zika e ao chikungunya. 

Durante as discussões, Angola destacou que a preparação no terreno depende essencialmente de três pilares. São sistemas públicos de vigilância e a capacidade de diagnóstico laboratorial, mecanismos rápidos de coordenação e de resposta e um financiamento sustentável.” 

Pnud Angola/Cynthia R Matonho
Luanda, Angola.

Por que esse tipo de discussão é importante

A diretora classificou como “extremamente importante” a discussão sobre preparação e resposta às doenças transmitidas por mosquitos num fórum como o da Assembleia Mundial da Saúde.

“Estas doenças deixaram de ser um desafio isolado de alguns países africanos e passaram a representar uma preocupação global de segurança sanitária. E entre os fatores, como as mudanças climáticas, a urbanização acelerada, a mobilidade populacional e a fragilidade dos sistemas de saúde têm contribuído para um aumento significativo do risco e da disseminação dessas doenças em várias regiões do mundo.” 

A Assembleia Mundial da Saúde é tida como plataforma para que os países possam, por exemplo, alinhar as suas prioridades e reforçar o compromisso político para ter mecanismos coordenados de preparação e resposta. 

Além disso, o encontro promove investimentos sustentáveis em vigilância epidemiológica, controle vetorial, acesso ao diagnóstico e em sistemas de saúde mais resilientes. 

Iniciativas têm resultado melhor quando fortalecem os sistemas locais 

A representante de Angola também enfatizou que as arboviroses continuam frequentemente subdiagnosticadas na África, uma vez que os sistemas ou os sintomas podem ser confundidos com doenças febris, como é o caso da malaria.

O método torna ainda mais urgente o fortalecimento dos sistemas de detecção laboratorial e de vigilância epidemiológica. 

Um outro ponto importante levantado por Angola, de acordo com a diretora, foi que as iniciativas globais produzem melhores resultados quando fortalecem os sistemas nacionais de saúde já locais, e não ao criarem novas estruturas paralelas ou projetos de curta duração. 

OMS / Stefanie Glinski
Discurso do diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, durante a recepção de alto nível na 79.ª Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, na Suíça, em 18 de maio de 2026

Eliminação da transmissão do HIV de mãe para filho é reconhecida

Nesta terça-feira, o ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha, recebeu do diretor-geral da OMS, Tedros Gebreyesus, um certificado reconhecendo a validação da eliminação da transmissão do HIV de mãe para filho no país.

Esse reconhecimento foi feito durante a sessão plenária da 79ª Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra.

O Brasil também participa nesta semana de um evento de alto nível da AMS sobre a Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo. 

Durante o encontro, serão discutidos os avanços alcançados durante o primeiro ano da coalizão e suas prioridades futuras.

Acesso equitativo a tecnologias

Os organizadores esperam que o evento de aniversário reforce o compromisso político, amplie parcerias, desperte interesse em potenciais propostas de projetos no âmbito da atual Chamada de Propostas da coalizão voltada para dengue e mantenha o impulso para futuras iniciativas.

A coalizão foi criada há um ano, por meio da assinatura da Carta de Intenções de Genebra, para fortalecer a produção local e regional.

Outras ações incluem fomentar a inovação alinhada às necessidades de saúde pública e promover o acesso equitativo a tecnologias em saúde, particularmente em países em desenvolvimento e para pessoas em situações de vulnerabilidade.

A aliança é guiada por um comitê composto por União Africana, Brasil, China, União Europeia, França, Alemanha, Indonésia, Rússia, África do Sul, Turquia e Reino Unido, e conta com o apoio da Organização Mundial da Saúde. 

*Valéria Maniero é correspondente da ONU News em Genebra. 

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Com informações da ONU

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