A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) Pantanal, que investiga as causas e busca soluções para as enchentes que atingem há décadas a região do Jd. Pantanal, no extremo leste de São Paulo, recebeu Marcelo Fernandes dos Santos, gerente de Meio Ambiente da Itaquareia Mineração e Participações Ltda.
O representante da empresa foi intimado para falar sobre a atuação da Itaquareia na região do Jardim Helena, em São Miguel Paulista. A mineradora é alvo de investigações sobre como as operações de extração de resíduos e o uso do solo podem estar contribuindo para a degradação ambiental do local e o agravamento das inundações.
Marcelo Fernandes declarou nunca ter atuado na região do Jd. Pantanal, mas disse acreditar que a principal causa para as enchentes é a ocupação irregular da área. Ele defendeu também uma gestão mais eficiente de estruturas locais, como a Barragem da Penha, que fica localizada no Rio Tietê há alguns quilômetros do bairro.
“Nós temos problemas relacionados à água, que é o nosso maior problema. Temos diversos barramentos. Eu sou de Taquá (Itaquaquecetuba), tivemos diversos alagamentos nas regiões oriundos de barragens daqui de baixo que seguraram essa água e afetou tanto a ida do governador, anos atrás, em Taquá para avaliar essa situação.”, relatou Marcelo.
A vice-presidente da CPI, vereadora Marina Bragante (PSB), lamentou o depoente ter trazido poucas informações que possam acrescentar ao trabalho da Comissão. “Ele trouxe muitas informações sobre a atuação da empresa em outros municípios, mas em São Paulo, quando ele veio na Câmara Municipal de São Paulo, ele não tinha nenhuma informação. E aí não adianta. A gente efetivamente precisa entender o que aconteceu para poder responsabilizar na perspectiva da construção da solução.”, disse Bragante.
Após sete meses de trabalho, a CPI Pantanal se encaminha para o final. Estão previstas apenas mais duas reuniões. O presidente do colegiado, vereador Alessandro Guedes (PT), ressaltou a importância da participação da Itaquareia Mineração para compor o relatório final dos trabalhos.
“A gente tem como peça central essa audiência que envolve a Taquareia porque, desde o princípio, nós temos falado, a cava de areia, com a capacidade que ela tem, ela pode ser um piscinão natural e ajudar no amortecimento das águas que descem rio abaixo. E com isso resolveria muitos dos problemas de alagamento que o pessoal sofre,” avaliou Guedes.
A próxima reunião da CPI deve receber o presidente do Grupo Itaquareia, Antero Saraiva Júnior e o administrador da empresa, Oscar Hirose. Também participou da reunião desta quinta-feira o vereador Silvão Leite (UNIÃO) que é o relator da CPI.
Confira a íntegra dos trabalhos desta quinta-feira neste link.
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Com informações da Câmara Municipal de São Paulo
