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Início - Mundo - Protestos no Quênia contra centro dos EUA para ebola têm 3 mortos

Protestos no Quênia contra centro dos EUA para ebola têm 3 mortos

RedacaoBy Redacaojunho 11, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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Os protestos no Quênia contra a construção de um centro para quarentena de estadunidenses expostos ao vírus ebola no Continente Africano resultam em três mortos. O acordo entre Estados Unidos (EUA) e Quênia tem repercutido no país da África Oriental, onde a população teme risco à saúde pública com a transferência de americanos expostos ao vírus.

Com cerca de 56 milhões de habitantes, o Quênia faz fronteira com Uganda, um dos locais do surto do ebola. O outro país onde os casos têm sido registrados é a República Democrática do Congo (RDC). Devido à proximidade com os epicentros do surto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o Quênia um dos países em risco de contaminação.  

Nessa terça-feira (9), manifestantes denunciaram o assassinato de mais uma pessoa em um protesto em Nairóbi, a capital do país, contra a instalação do centro de quarentena ligado aos EUA. Na semana passada, outras duas pessoas foram mortas em protestos pelo mesmo motivo, segundo a Comissão de Direitos Humanos do Quênia (KHRC).

“A polícia destacada em Nairóbi atirou e matou um manifestante. Os moradores saíram às ruas exigindo transparência sobre a instalação de ebola apoiada pelos EUA e garantias sólidas para a proteção da saúde pública”, diz comunicado da organização não governamental.

A coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios Africanos (Nenaf) da ESPM, Natalia Fingermann, explicou à Agência Brasil que o Quênia ainda não registrou qualquer caso de ebola, mas que a população teme a instalação desse centro, fruto de um acordo com o governo de Donald Trump. Os detalhes desse acordo permanecem em sigilo.

“O governo do Quênia optou, secretamente, em fazer esse acordo com o governo Trump para criar um centro de quarentena para todos os cidadãos norte-americanos no território africano que tivessem qualquer tipo de suspeita de ebola. E lógico que a juventude, e a população de Nairóbi, ficou muito apreensiva”, comenta.

O acordo foi revelado em uma comunicação do governo Trump sobre a ajuda prestada pela Casa Branca ao continente africano para enfrentar o mais recente surto de ebola, que foi classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma emergência global.

“Essa questão coloca a saúde pública da população em risco porque ninguém sabe como é que vai ser feita essa construção, onde ela vai ser e quais serão as condições”, acrescentou a professora de relações internacionais da ESPM. 

Nesse contexto, o Tribunal Superior de Nairóbi emitiu ordem cautelar suspendendo a instalação do centro de quarentena, previsto para ser instalado em Laikipia, a cerca de 150 quilômetros da capital. A mídia local afirma que o centro teria 50 leitos com previsão de expansão até 250 leitos.

“O tribunal proibiu especificamente os réus de admitirem, transferirem, receberem ou facilitarem a entrada no Quênia de pessoas expostas ou infectadas com o vírus ebola, conforme o acordo relatado com os EUA”, disse o jornal Kenyans.

Por meio de nota, a Embaixada dos EUA no Quênia afirmou que trabalha para resolver qualquer obstáculo para resposta conjunta dos dois países contra o surto de ebola.

“A unidade de bioisolamento em Laikipia faz parte de uma resposta abrangente para prevenir a disseminação da doença e reduzir os riscos à saúde em toda a região; ela não representa risco para as comunidades vizinhas”, informou a representação de Washington no Quênia.

Segundo a professora Natalia Fingermann, o presidente do Quênia, William Ruto, tem tido uma política bastante alinhada à pauta ocidental na região, com certas características autoritárias.

“O Quênia já vem de algumas semanas de protestos contra o governo, em especial, devido ao aumento do preço dos combustíveis”, completou. O valor da gasolina vem subindo no Quênia no contexto da guerra contra o Irã, que vem perturbando o mercado de petróleo no mundo.

Surto de ebola

Autoridades de saúde de países africanos, em parceria com organismos internacionais e outros países, se esforçam para conter o surto da rara cepa Bundibugyo, para qual ainda não há vacina ou tratamento. O surto, que é o terceiro maior já registrado, vinha avançando mais rapidamente do que a resposta global.

A União Africana e a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicaram um plano para conter a expansão do vírus, tido com altamente mortal. Até o dia 8 de junho, foram registrados 626 casos confirmados na República Democrática do Congo (RDC), com 112 mortes associadas ao vírus; além de 19 casos e duas mortes confirmadas em Uganda.

Os dados são consolidados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da União Africana, alimentado por dados dos ministérios da Saúde da RDC e de Uganda.

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