Marina participava de uma caminhada no centro de São Paulo quando se afastou um pouco do grupo, evitando a aglomeração. Ao ver a política fora do grupo maior, um homem não identificado a abordou, com palavras e gestos agressivos.
Ela se dirigiu a uma loja próxima, onde buscou abrigo, apoiada por seguranças do evento, no qual também estavam Fernando Haddad, candidato ao governo paulista, e Simone Tebet, que também disputa a reeleição ao Senado por São Paulo.
“Eu já sei que essas pessoas fazem isso, não iria jamais ficar respondendo. Diante da paz com certeza o ódio recua. Eles estão fazendo isso o tempo todo em relação ao Haddad e agora fizeram em relação a mim”, afirmou Marina em entrevista aos jornalistas que acompanharam o ato.
Segundo a assessoria da candidata, não foi feito boletim de ocorrência da agressão até o momento.
Ela declarou, ainda, que espera que esse não seja o tom da campanha, e que recairá o débito naqueles que não se manifestam sobre esse tipo de ação. “Aqueles que não desautorizam fazer esse tipo de prática acabam dando sua assinatura para essa forma de atingir a nossa democracia”.
Confira mais informações sobre o assunto no Repórter Brasil, na TV Brasil
source
Com informações da Agência Brasil
