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Início - Mundo - Plano da ONU quer evitar desastre humanitário após fechamento do Estreito de Ormuz

Plano da ONU quer evitar desastre humanitário após fechamento do Estreito de Ormuz

RedacaoBy Redacaoabril 23, 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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O mundo vive limitações logísticas que podem levar a uma tragédia humanitária sem precedentes com o fechamento no Estreito de Ormuz, um dos maiores canais de navegação do globo. Um “plano de 7 dias” da ONU está pronto para ajudar a evitar o desastre humanitário global causado pela interrupção.

A afirmação é do diretor do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos, Unops. Em entrevista exclusiva à ONU News, Jorge Moreira da Silva alerta que o mercado global de fertilizantes está à beira do colapso devido ao conflito no Oriente Médio. 

Instabilidade e fertilizantes

O resultado direto foi uma alta acentuada no preço dos fertilizantes. Um deles é a ureia que é um dos fertilizantes mais utilizados na agricultura, essencial para o crescimento de culturas como o milho, o trigo e os citrinos. Com isso, 45 milhões de pessoas podem ser lançadas na insegurança alimentar severa.

“O preço da ureia aumentou 65%. O preço da amônia aumentou 40% e, hoje mesmo, produtores de fertilizantes em África, como Marrocos, ou na África do Sul, ou na China, ou na Turquia, ou na Índia, já estão a ser fortemente afetados por esta disrupção do mercado de fertilizantes. Portanto, o problema já não é o mercado de fertilizantes do Golfo da Pérsia, é o mercado global de fertilizantes que está em fortíssima instabilidade e isto pode dar origem, se não atalharmos rapidamente, a uma crise alimentar de enormes proporções. O World Food Programe apresentou recentemente um estudo que diz que podemos ter 45 milhões de pessoas no curto prazo a entrar numa zona de enorme insegurança alimentar, com fome e com subnutrição.”

Drama matemático e logístico

Jorge Moreira da Silva acredita que a questão deixou de ser estritamente política para se tornar um drama matemático e logístico. Com as ameaças na passagem do Estreito de Ormuz, os insumos, que garantem alimentos a milhões, viraram reféns do conflito.

O chefe do Unops vê um novo mecanismo desenhado para contornar o bloqueio logístico como uma possível solução que em apenas uma semana poderá salvar a cadeia global de alimentos. 

Diante do obstáculo da burocracia da guerra, Moreira da Silva pede aos líderes globais um mandato político urgente para agir. A estrutura “está pronta para ser ativada em sete dias” faltando o sinal verde antes que a crise atinja um caminho sem volta.

Botão de emergência pronto 

O Golfo Pérsico foi apenas o gatilho de uma crise que já asfixia o mercado da África à Ásia. Para evitar o pior, o Unops tem o botão de emergência pronto para ser acionado. 

Em apenas uma semana, o chefe do Unops garante colocar o mecanismo de resgate da ONU em campo. O modo de funcionamento está ajustado com logística montada, monitores a postos e estrutura em alerta máximo, garante Moreira da Silva.

“No dia em que exista um acordo político dos Estados para que possamos operacionalizar o mecanismo, nós precisaremos de sete dias. Em sete dias nós teremos os nossos monitores no terreno, nos portos, na região do Golfo, e o sistema de aprovação do transporte de fertilizantes também operacional. Isto dá-lhe uma noção muito clara, do ponto de vista logístico, do nível de preparação e de celeridade que estamos a colocar nisto, mas nós não podemos avançar enquanto não houver um mandato, os países têm que nos dar um mandato, nós precisamos de receber um mandato para poder pôr em prática este mecanismo e ainda não estamos nessa fase.” 

A premissa do chefe do Unops é que a paz é o ideal, mas produzir alimentos é o urgente. Por isso, ele disse que intensifica a ação diplomática em Nova Iorque. 

Epicentro de uma fome global

Jorge Moreira da Silva diz que não se pode esperar pelo fim da guerra para resolver a crise dos fertilizantes. 

Segundo ele, sem um mandato político imediato para destravar o Estreito de Ormuz, o gargalo logístico se transformará, de forma inevitável, no epicentro de uma fome global.

Vista de satélite do Estreito de Ormuz, mostrando a estreita via navegável entre a Península Arábica e a Península Musandam de Omã.

“Há cada vez um número maior de delegações que me têm contactado, de países, para saberem mais sobre o mecanismo e para apoiarem a ideia do mecanismo. E, portanto, eu acho que neste momento existe uma noção clara de que o cenário ideal é não precisarmos do mecanismo. Se tudo correr bem nas conversações sobre uma solução de paz para o Médio Oriente, nós não precisamos do mecanismo, porque no fundo o Estreito de Ormuz será aberto.  Mas no caso de não termos uma solução de curto prazo para o Estreito na sua plenitude, pelo menos precisamos de uma solução para os fertilizantes. E esta é uma noção que eu estou a receber cada vez mais por parte das delegações representantes dos países aqui em Nova Iorque.”

Nos corredores da ONU, o foco em conversas com representantes do Irã, dos Estados Unidos, de Israel e das nações do Golfo é isolar a logística humanitária da questão militar.

Na terça-feira, o secretário-geral saudou o anúncio de autoridades norte-americanas de prorrogar o cessar-fogo. 

Para António Guterres trata-se de “um passo importante rumo à desescalada e à criação de um espaço crucial para a diplomacia e a construção de confiança entre o Irã e os Estados Unidos”.

*Eleutério Guevane é jornalista-sênior da ONU News.

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Com informações da ONU

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