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Início - Mundo - Moçambique propõe rede global de justiça social para fim da violência contra mulher

Moçambique propõe rede global de justiça social para fim da violência contra mulher

RedacaoBy Redacaomarço 13, 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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Para acabar com a violência de gênero é preciso eliminar a pobreza feminina. Essa é a mensagem que Moçambique quer marcar na 70ª Sessão da Comissão sobre o Estatuto da Mulher, CSW70, que acontece na sede da ONU, em Nova Iorque, até 19 de março.

Em entrevista para a ONU News, a ministra do Trabalho, Gênero e Ação Social de Moçambique, Ivete Alane, revelou que o país está propondo a criação de uma articulação internacional para proteger as mulheres com abordagens que passam pelo empoderamento econômico.

Relação entre pobreza e violência de gênero

“Assumimos dois compromissos, que é a zero violência e a eliminação da pobreza feminina. E nós viemos para esta sessão da CSW com um evento paralelo com a intenção de criarmos uma rede global de justiça social para o fim da violência baseada no gênero e a eliminação da pobreza feminina, a pobreza da mulher. E foi um evento bastante importante que nós realizamos à margem da CSW, em que tivemos diversos países que partilham dos mesmos objetivos e opiniões que nós temos, que assumem que existe uma ligação intrínseca, difícil de separar, entre a pobreza e a violência baseada no gênero”.

A ministra disse que o evento paralelo também serviu para colher experiências de outros países e definir novas parcerias para avançar em ações de igualdade de gênero. 

Ministra de Moçambique fala do combate à pobreza como caminho pra reduzir violência de gênero

Expansão do atendimento às vítimas

A nível nacional, ela destacou o lançamento recente do programa “Empodera”, que é focado na prevenção da violência baseada no gênero por meio de estratégias de sensibilização e reforço da rede de cuidados para sobreviventes. 

“Vai ser um programa que prevê a expansão dos centros de atendimento integrados. Portanto, são centros que atendem vítimas da violência, onde as vítimas encontram no mesmo local todos os serviços que elas precisam para poderem ser devidamente atendidas sem ter que passar por várias portas de entrada, temos uma única porta de entrada. Aí a vítima evita passar por uma questão de revitimização. Não tem que contar a história várias vezes sobre o que aconteceu”.

Ivete Alane explicou que, nesses centros, as vítimas que forem vítimas atendidas poderão ter acesso a pacotes de empoderamento econômico da mulher.

Influenciadores digitais apoiam combate ao feminicídio

A ministra destacou a importância do envolvimento de diversos setores da sociedade no combate à violência de gênero, inclusive celebridades e influenciadores das redes sociais.

“Nós estamos agora a iniciar uma campanha de combate ao feminicídio, que é uma das formas mais agressivas da violência baseada no gênero. E estamos a envolver os influenciadores, estamos neste momento a produzir um vídeo, spots de divulgação, uma campanha, e ainda ontem recebi com muita satisfação um vídeo produzido pela sociedade civil, porque a sociedade civil também são parceiros importantes, complementam a ação do governo. E a sociedade civil fez um vídeo muito recente com vários influenciadores em que eles falam da importância do combate à violência baseada no gênero, em que eles assumem o papel, e eles como homens devem sensibilizar outros homens”.

Ela ressaltou a importância de criar peças de comunicação que abordem o papel do homem na mobilização pelos direitos das mulheres. 

“Estamos agora também a desenvolver e a desenhar a estratégia do engajamento masculino. Portanto, estamos a trabalhar com influenciadores masculinos, pois sentimos que é preciso trazer o homem para o barco. A mulher não pode ser a única que deve lutar ou promover a igualdade de gênero e combater a violência baseada no género. Se nos referimos à violência baseada no gênero, nós estamos a falar de duas pessoas: homem e mulher. Então precisamos de ter o homem. Precisamos de engajar o homem nesta luta”. 

Quibibi Faquihe Buana, uma mulher deslocada de Cabo Delgado, serve como facilitadora de distrito na agenda Mulheres, Paz e Segurança no centro de reassentamento marroquino. Ela treina e mobiliza mulheres sobre prevenção de violência baseada em gênero usando ferramentas móveis para denunciar a violência.

© ONU Mulheres/Alice Ambrucer

Mulheres que foram deslocadas pela violência no norte de Moçambique participam de uma formação em paz e segurança

Uma luta de toda a sociedade

A representante moçambicana também mencionou o papel da primeira-dama do país, Gueta Chapo, que foi convidada para ser patrona da iniciativa “Empodera”.

O objetivo é fazer com que a mensagem chegue para diversas comunidades sobre a importância de prevenir a violência baseada no gênero, a exemplo de uma intervenção feita no lançamento do Mês da Mulher, na província de Cabo Delgado.

A ministra relatou que Gueta Chapo conseguiu transmitir para as comunidades mensagens sobre a necessidade de deixar as meninas estudarem e de pôr fim às agressões praticadas por homens. 

A ministra enfatizou que os influenciadores, os membros do governo e todos os estratos da sociedade moçambicana devem reforçar a luta por igualdade e justiça para a população feminina.

*Felipe de Carvalho é redator da ONU News

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Com informações da ONU

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